{"id":609,"date":"2014-06-13T07:40:00","date_gmt":"2014-06-13T07:40:00","guid":{"rendered":"https:\/\/oespelhonegro.com\/?p=609"},"modified":"2016-03-14T10:02:41","modified_gmt":"2016-03-14T13:02:41","slug":"runenmagie-runas-e-a-historia-parte-ii","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/oespelhonegro.com\/?p=609","title":{"rendered":"Runenmagie: Runas e a Hist\u00f3ria &#8211; Parte II"},"content":{"rendered":"<p>Hail!<\/p>\n<p>Na \u00faltima postagem n\u00f3s conhecemos as teorias da origem hist\u00f3rica dos grifos r\u00fanicos e um pouco do que dizem terem sido seus antecessores. Hoje vamos vasculhar as evid\u00eancias, os vest\u00edgios arqueol\u00f3gicos de alguns dos Futharks mais difundidos.<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><b>RUNAS E A HIST\u00d3RIA II<\/b><\/p>\n<p>Os Vikings s\u00e3o os maiores respons\u00e1veis pelas evid\u00eancias arqueol\u00f3gicas acerca das runas. O costume (mistico ou n\u00e3o) que eles tinham de cravar runas em seus escudos, elmos, espadas e outros utens\u00edlios de casa ou de uso dom\u00e9stico foi essencial para a cataloga\u00e7\u00e3o das runas e a fundamenta\u00e7\u00e3o das teorias.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, \u00e9 justo por estas evid\u00eancias que somos cientes hoje de uma magia r\u00fanica b\u00e1sica a Taufr (magia\u00a0talism\u00e2nica). Acredita-se que todos os artefatos de guerra encontrados foram um dia talism\u00e3s m\u00e1gicos para os guerreiros. As principais runas cravadas nestes objetos s\u00e3o a T\u00fdr e a Sowelo, ambas runas ligadas \u00e0 vit\u00f3ria, a primeira a um Deus de Justi\u00e7a e de Batalha e outra a runa do Sol.<\/p>\n<p>Outros ainda s\u00e3o runas cravadas em sua utiliza\u00e7\u00e3o alfab\u00e9tica, sem nenhum apelo m\u00e1gico. Como \u00e9 o caso de alguns Runestones e outros artefatos presentes em tesouros.<\/p>\n<p>N\u00e3o sei dizer se foi encontrado algum or\u00e1culo\u00a0r\u00fanico\u00a0como o utilizamos hoje (o jogo de 24 &#8220;pedrinhas&#8221;). Creio que n\u00e3o j\u00e1 que era costume que as runas fossem cravadas em materiais facilmente consumidos pelo tempo (ossos, madeira e varetas).<\/p>\n<p>A seguir, alguns dos objetos mais famosos.<\/p>\n<p><strong>2- \u00a0 \u00a0 \u00a0Vest\u00edgios\u00a0Arqueol\u00f3gicos\u00a0<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/oespelhonegro.com\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/KylverStone.gif\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-610\" src=\"https:\/\/oespelhonegro.com\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/KylverStone.gif\" alt=\"KylverStone\" width=\"320\" height=\"227\" \/><\/a><\/p>\n<p><em>A Pedra Kylver (Gotland, 1903)<\/em>: a pedra \u00e9 a tampa de uma sepultura. Encontrada num dos maiores s\u00edtios arqueol\u00f3gicos de runas. Nela \u00e9 que est\u00e1 inscrito o mais antigo Futhark conhecido. Ele est\u00e1 cravado na parte interna da sepultura de frente ao cad\u00e1ver (o que sugere que a sequ\u00eancia r\u00fanica tenha sido parte de algum rito funer\u00e1rio envolvendo magia). H\u00e1 tamb\u00e9m uma Bindrune (runas atadas) com a runa T\u00fdr e uma palavra n\u00e3o t\u00e3o bem decifrada.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/oespelhonegro.com\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/250px-Pietroassa_ring_1875.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-611\" src=\"https:\/\/oespelhonegro.com\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/250px-Pietroassa_ring_1875.jpg\" alt=\"250px-Pietroassa_ring_1875\" width=\"250\" height=\"254\" srcset=\"https:\/\/oespelhonegro.com\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/250px-Pietroassa_ring_1875.jpg 250w, https:\/\/oespelhonegro.com\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/250px-Pietroassa_ring_1875-80x80.jpg 80w\" sizes=\"(max-width: 250px) 100vw, 250px\" \/><\/a><\/p>\n<p><em>O Torc de Pietroasa (Torc de Buz\u0103u):<\/em>\u00a0parte de um misterioso tesouro datado por volta entre 250 e 400 DEC numa colina em Pietroasele junto a outros objetos de ouro. Foram encontrados originalmente dois an\u00e9is sob uma massa negra, o que foi deduzido como sendo couro ou algum tipo de pano desintegrado onde os objetos foram enrolados. Um dos an\u00e9is foi roubado logo durante a descoberta e o outro foi cortado e teve os s\u00edmbolos danificados por um ourives.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/oespelhonegro.com\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/U_112_Ed_side_A.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-613\" src=\"https:\/\/oespelhonegro.com\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/U_112_Ed_side_A.jpg\" alt=\"U_112,_Ed_(side_A)\" width=\"240\" height=\"320\" srcset=\"https:\/\/oespelhonegro.com\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/U_112_Ed_side_A.jpg 240w, https:\/\/oespelhonegro.com\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/U_112_Ed_side_A-225x300.jpg 225w\" sizes=\"(max-width: 240px) 100vw, 240px\" \/><\/a><\/p>\n<p><em>Runestones<\/em>: Grandes pedras com runas gravadas. A primeira tem 18 metros de circunfer\u00eancia e se encontra no caminho arborizado que d\u00e1 para uma igreja. Foi colocado por um ex-capit\u00e3o em mem\u00f3ria \u00e0 sua m\u00e3e e em honra pr\u00f3pria por ter sido um sobrevivente da guarda a que serviu. J\u00e1 a segunda est\u00e1 numa cidade da Su\u00e9cia e ainda \u00e9 debatido o prop\u00f3sito da cria\u00e7\u00e3o, assim como o significado de seus s\u00edmbolos.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/oespelhonegro.com\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/Inscription_on_Golden_horn_of_Gallehus.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-614\" src=\"https:\/\/oespelhonegro.com\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/Inscription_on_Golden_horn_of_Gallehus.jpg\" alt=\"Inscription_on_Golden_horn_of_Gallehus\" width=\"320\" height=\"199\" srcset=\"https:\/\/oespelhonegro.com\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/Inscription_on_Golden_horn_of_Gallehus.jpg 320w, https:\/\/oespelhonegro.com\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/Inscription_on_Golden_horn_of_Gallehus-300x186.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 320px) 100vw, 320px\" \/><\/a><\/p>\n<p><em>Os Chifres de Ouro de Gallehus:<\/em>\u00a0dois chifres feitos de folhas de ouro, um mais curto que o outro encontrados em anos diferentes em Jutl\u00e2ndia do Sul e na Dinamarca. Os chifres originais foram tamb\u00e9m roubados, mas r\u00e9plicas deles est\u00e3o expostas no Museu Nacional e no Museu Moesgaard, ambos na Dinamarca.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/oespelhonegro.com\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/800px-Franks_casket_03.jpg\"><img decoding=\"async\" loading=\"lazy\" class=\"aligncenter size-full wp-image-615\" src=\"https:\/\/oespelhonegro.com\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/800px-Franks_casket_03.jpg\" alt=\"800px-Franks_casket_03\" width=\"320\" height=\"213\" srcset=\"https:\/\/oespelhonegro.com\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/800px-Franks_casket_03.jpg 320w, https:\/\/oespelhonegro.com\/wp-content\/uploads\/2014\/05\/800px-Franks_casket_03-300x199.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 320px) 100vw, 320px\" \/><\/a><\/p>\n<p><em>O Caix\u00e3o Frank:<\/em>\u00a0o caix\u00e3o \u00e9 densamente decorado com runas anglo-sax\u00f4nicas e com cenas diversas que remetem ao cristianismo, mitos e imperadores romanos e a algumas lendas germ\u00e2nicas. As inscri\u00e7\u00f5es s\u00e3o em alto relevo e suas tradu\u00e7\u00f5es est\u00e3o dispon\u00edveis para quem tiver curiosidade.<\/p>\n<p>Terminamos aqui, uma breve explica\u00e7\u00e3o das runas hist\u00f3ricas. Mas aviso que este conhecimento \u00e9 bastante\u00a0superficial, quem se interessar para adentrar neste estudo, me procure que indico alguns livros e sites bons.<\/p>\n<p>At\u00e9 mais!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Hail! Na \u00faltima postagem n\u00f3s conhecemos as teorias da origem hist\u00f3rica dos grifos r\u00fanicos e um pouco do que dizem terem sido seus antecessores. Hoje vamos vasculhar as evid\u00eancias, os vest\u00edgios arqueol\u00f3gicos de alguns dos Futharks mais difundidos. RUNAS E A HIST\u00d3RIA II Os Vikings s\u00e3o os maiores respons\u00e1veis pelas evid\u00eancias arqueol\u00f3gicas acerca das runas. [&#8230;] <a class=\"read-more\" href=\"https:\/\/oespelhonegro.com\/?p=609\">Read More <i class=\"icon-double-angle-right\"><\/i><\/a><\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jetpack_post_was_ever_published":false,"jetpack_publicize_message":"","jetpack_is_tweetstorm":false,"jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":false,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false}}},"categories":[2],"tags":[3,8,10,16,17],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/p9qsra-9P","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/oespelhonegro.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/609"}],"collection":[{"href":"https:\/\/oespelhonegro.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/oespelhonegro.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/oespelhonegro.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/oespelhonegro.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=609"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/oespelhonegro.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/609\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":616,"href":"https:\/\/oespelhonegro.com\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/609\/revisions\/616"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/oespelhonegro.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=609"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/oespelhonegro.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=609"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/oespelhonegro.com\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=609"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}